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O Futuro da Polícia: Distintivo Sem Alma

Dizem que ser policial é um chamado. Mas ultimamente, parece mais um concurso de estabilidade. O que antes era missão, hoje virou degrau de ...

quinta-feira, 21 de abril de 2016

ACUSADO DE AGREDIR E LEVAR À MORTE IDOSO DE 85 ANOS É PRESO EM LAGOA DA PRATA


POLÍCIA SOLUCIONA CRIME OCORRIDO EM 2013 EM MARTINS GUIMARÃES

O delegado de policia civil de Lagoa da Prata, Leonardo Mota, apresentou na manhã de hoje,14 de abril, o suspeito de latrocínio (roubo seguido de morte) ocorrido em setembro de 2013 no Distrito de Martins Guimarães, na zona rural de Lagoa da Prata.
O jovem de 28 anos, de nome Welington Araujo Silveira, confessou o crime e se disse arrependido. Ele foi preso em um condomínio na cidade de Santo António do Monte, onde trabalhava como porteiro.

DINHEIRO E CACHAÇA

Na época, o rapaz, que havia trabalhado como caseiro na fazenda da vítima, Altino Alves, de 85 anos, ficou sabendo que o patrão tinha dinheiro guardado na propriedade e foi até lá quando o fazendeiro estava sozinho.
“Eu tava trabalhando sim senhor pra ele e depois a gente tava muito apertado financeiramente, e o filho dele falava que estava preocupado demais com ele que ele tinha um dinheiro guardado no cofre, e depois eu tava apertado demais e fui lá e fiz isso, essa bobagem”, confessou Welington aos repórteres que compareceram à delegacia nesta terça. Ele explicou o que aconteceu:
“Eu cometi um furto e depois a gente teve uma briga corporal e a senhora (esposa da vítima) eu não cheguei a ver ela não. Tava só ele na hora e eu tinha tomado umas cachaça (sic) antes, cheguei lá meio ruim, e na hora que eu cheguei fiz esse delito e… depois fiz o furto e depois disso ele ficou no hospital, ficou lá duas semanas e veio a falecer, através de uma tuberculose”, afirmou o acusado.

SEM PISTAS, ATÉ FAMILIARES FORAM COLOCADOS SOB SUSPEITA

Leri Alves, filho da vítima, disse que chegou a suspeitar da mãe e dos irmãos
Leri Alves, filho da vítima, disse que chegou a suspeitar da mãe e dos irmãos
Após agredir o fazendeiro, Welington roubou uma quantia de R$ 40 mil do cofre da vítima e fugiu, vindo a se mudar para o estado do Pará, até que a situação se acalmasse. Nesse intervalo, os familiares ficaram sem entender o que tinha acontecido e quem teria sido o autor da agressão. Conforme declarou um dos filhos da vítima, Leri Alves, muitas pessoas foram colocadas sob suspeição, até os parentes mais próximos.
“Peço perdão por aqueles que foram acusados injustamente, eu mesmo suspeitei de várias pessoas, inclusive da minha mãe e do meu irmão. Em nome de toda nossa família agradeço ao dr. Leonardo e sua equipe, e o empenho de todos os policiais, que de uma forma ou de outra buscaram a verdade (…) Fico feliz de saber que não foram nossos amigos que fizeram essa barbaridade”, concluiu.
A sobrinha da vítima, Marina Alves, disse que sempre teve esperanças de que a verdade seria esclarecida. “A gente sabe que era um caso difícil de ser solucionado, porque havia muitos suspeitos, e requeria uma investigação mais profunda, mais demorada, mas finalmente a gente está aí com essa notícia e o nosso sentimento é de alívio, que a justiça se faça da forma como tem que ser cumprida”, desabafou.
Marina, sobrinha de sr. Altino, afirmou que a justiça era questão de tempo
Marina, sobrinha de sr. Altino, afirmou que a justiça era questão de tempo
Segundo o delegado, a investigação foi dificultada pela falta de testemunhas e evidências na ocasião, mas os trabalhos nunca cessaram.

CONFISSÃO E ARREPENDIMENTO

O autor chorava muito e pedia perdão pelo crime. Disse que pensou em se entregar mas teve medo.
O autor chorava muito e pedia perdão pelo crime. Disse que pensou em se entregar mas teve medo.
“No final do ano passado aconteceu a suspeita, que pesou contra o investigado Welington, e conseguimos concluir através de uma soma de fatores que ele seria o nosso principal suspeito. Diante disso nos fizemos uma representação pela prisão temporária dele, que foi prontamente deferida pela justiça local, e na terça-feira nós conseguimos cumprir o mandato de prisão dele em Santo Antonio do Monte e trazer ele pra delegacia de Lagoa. Ele foi interrogado por aproximadamente duas horas e no final ele decidiu colaborar com a investigação e confessar o crime com bastante propriedade, com riqueza de detalhes, o que fez com que nós acreditássemos que realmente ele era foi o autor desse crime que barbarizou a comunidade na época”, revelou o delegado.
De acordo com Mota, o acusado não tem passagens pela polícia e se mostrou arrependido durante o interrogatório. “Ele é um indivíduo que não tem passagem policial e se mostrou, no momento do interrogatório, arrependido. Agora, isso aí vai dele, eu acredito que só o fato dele ter confessado a prática do crime já demonstra um pouco de boa fé, então, nós não estamos aqui pra julgar ninguém, estamos aqui pra julgar os fatos e dar respostas, mesmo que extemporâneas, mas conseguimos solucionar esse crime que já estava incomodando a gente na delegacia e conseguimos lograr êxito”, declarou.
O acusado será colocado à disposição da justiça para responder pelo crime de latrocínio, que é quando ocorre o roubo seguido de morte da vítima. “A nossa investigação parte da linha do  latrocínio, considerando as graves lesões praticadas contra a vítima Altino, que contava na ocasião com 85 anos de idade, e com a confissão dele. Ele certamente será indiciado pela prática de latrocínio consumado, cuja pena começa em vinte e termina em trinta anos. Nós vamos entregar esse inquérito já com esse indiciamento pra Justiça, pro juiz e promotor deliberarem sobre o futuro dele”, explicou o delegado.

FAMÍLIA DIVIDE OPINIÕES ENTRE PERDOAR OU NÃO O AUTOR

Albertino, irmão da vítima, disse que não quer conversa, apenas justiça.
Albertino, irmão da vítima, disse que não quer conversa, apenas justiça.
Diversos familiares da vítima compareceram também à delegacia na manhã desta terça, informados sobre a prisão do até então misterioso autor. A família ainda está bastante abalada com o crime. O irmão da vítima, Albertino Alves Fernandes, diz que não perdoa o acusado. “À polícia eu tenho muito a agradecer, até não pensava que ia dar certo igual deu. Pro cidadão eu não quero nada, não quero falar nada com ele, não perdoo, não quero falar nada”.
Já o filho do sr. Altino, Leri, disse que apesar do sentimento muito triste, perdoa o acusado. “Perdôo, eu tenho apenas um desprezo muito grande por ele, sabe, mas que Deus julgue ele da melhor forma possível e a justiça”.
Familiares da vítima, sr. Altino, estiveram na delegacia onde confrontaram o autor do crime.
Familiares da vítima, sr. Altino, estiveram na delegacia onde confrontaram o autor do crime.
Veja algumas frases ditas pelo acusado Welington, que chorou muito durante sua entrevista à imprensa.
Ele estava trabalhando em Santo Antônio do Monte quando foi preso e afirmou que se casaria no próximo mês.
1042-Foto Welington editada circulos

Relembrando: Proposta de Redução dos salarios dos vereadores agita Câmara de Pompéu




VOTO DO, DEPUTADO JAIME MARTINS, PSD, MG, 17 04 2016

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Mais uma: bandidos explodem Banco do Brasil de Dores e um deles é baleado por Delegado.

A princípio 03(três) veículos envolvidos na ação, uma PÁLIO WEEKEND, Locker, branca, possivelmente um Corolla preto e outro veículo preto não identificado. Após os autores, nº não identificado, explodirem a agência do Banco do BRASIL, foram surpreendidos pelo militares. Houve troca de tiros e a viatura foi alvejada, porém os militares estão bem. Na fuga o delegado RODRIGO NORONHA, que chegava na cidade, baleou um dos autores que estava na WEEKEND, branca.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Justiça manda Governo de Minas pagar a PM no quinto dia útil.

Excelente notícia para os associados!  A ação judicial ajuizada pela Aspra contra o Estado, em resposta ao parcelamento dos salários dos militares em Minas Gerais, foi acatada pelo juiz da 1ª Vara de Fazenda Pública de Belo Horizonte nesta sexta-feira, 14/04. A decisão garante que os associados recebam seus vencimentos integralmente no quinto dia útil, pleito da associação desde o anúncio, por parte do Governo do Estado, do escalonamento do pagamento, ocorrido em janeiro do ano corrente.
“Foi uma vitória importante. Após muita luta e empenho, o Judiciário reconheceu o nosso direito”, disse o presidente da Aspra, sargento Bahia.
Diz a sentença: “Trata-se de ação ajuizada pela ASSOCIAÇÃO DOS PRAÇAS POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES DE MINAS GERAIS – ASPRA PM BM em face do ESTADO DE MINAS GERAIS, com pedido de tutela antecipada para “determinar ao Estado de Minas Gerais, que restabeleça o status quo quanto ao pagamento dos salários/soldos dos policiais e bombeiros militares que são associados e que venham a se associar à autora, determinando que o pagamento integral e sem parcelamento ocorra até o 5º dia útil de cada mês, sob pena de multa diária de R$ 100.000,00 que deve ser convertido em favor da autora, para mitigar os prejuízos de seus associados”.
Leia o documento na íntegra: http://pje.tjmg.jus.br/pje/ConsultaPublica/DetalheProcessoConsultaPublica/listView.seam?ca=e7c3e9a7cac4745125f20435aac95ddb94493b00ebb8e2bf

sábado, 9 de abril de 2016

Até que enfim: Bom Despacho deverá ter nova cadeia


Obras têm previsão para começar no segundo semestre.
Custo total da obra é de R$ 200 milhões.

Rafael CamargosDo G1 Centro-Oeste de Minas
Projeto do sistema prisional de Bom Despacho (Foto: Prefeitura de Bom Despacho/Divulgação)Projeção do sistema prisional de Bom Despacho
(Foto: Prefeitura de Bom Despacho/Divulgação)
A Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi) aprovou o projeto da Prefeitura de Bom Despacho para a construção da nova  cadeia municipal. O objetivo é construir e transferir a administração para a Suapi. A administração aguarda fechamento da planilha orçamentaria de custos do projeto para seguir para a próxima etapa, que será a licitação dos materiais e execução da obra. As obras estão previstas para início no segundo semestre desse ano.
De acordo com o secretário de Obras, Juliano Barreto, não haverá custos de mão de obra, pois o serviço será realizado pelos detentos com bom comportamento e qualificados para esse tipo de trabalho. A coordenação da Suapi deverá indicar os profissionais que farão a execução do projeto.
O novo empreendimento será construído em um terreno cedido pela Prefeitura da cidade, localizado na zona rural. A nova sede ficará a quatro quilômetros do perímetro urbano. “É um terreno localizado na fazenda dos Moreiras. Fica a aproximadamente quatro quilômetros da zona urbana da cidade", disse.
Ainda segundo o Barreto, o novo prédio contará com mais de 1.900 metros de área construída, com capacidade para 105 detentos. O custo total da obra é de R$ 200 milhões.
Parte dos recursos da construção será financiada por um convênio com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), já o restante virá de recursos do leilão da antiga sede, que está em funcionamento há mais de 30 anos. Será construído também um novo prédio para a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), que abrigará os presos de bom comportamento.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Mosquito da dengue é usado como arma em briga política em Bom Despacho.


Prefeitura de Bom Despacho não conseguiu coletar água de piscina.
Morador nega acusação e disse que é perseguição política.

Anna Lúcia SilvaDo G1 Centro-Oeste de Minas
Bom Despacho, mosquito, larvas, piscina, dengue (Foto: maurício reis/Divulgação)Morador nega que havia focos de dengue e disse que piscina é de uso constante (Foto: Maurício Reis/Divulgação)
O Ministério Público (MP) em Bom Despacho pediu instauração de um inquérito para apurar a responsabilidade do morador Maurício Reis que, segundo a Prefeitura, impediu o trabalho de fiscais da Prefeitura em combater o mosquito Aedes aegypti na residência dele. Para a Prefeitura, o homem mantinha criadouro do mosquito na piscina de casa. Entretanto o morador nega que no local havia focos, já que a piscina é de uso contínuo. Ele completa que tudo não passa de perseguição política.
A Prefeitura destaca que na ocasião foi impedida de coletar material para análise de foco. Após ser notificado, Maurício disse que não permitiu que levassem por medo que fossem feitas alterações nos resultados das análises. O MP declarou que entendeu atitude como crime.
“Entendemos que ele cometeu o crime previsto no art. 268 do Código Penal. Este artigo define como crime infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa. A pena é de um mês a um ano de detenção e multa”, destacou o procurador, Gabriel Araújo.
“Não houve nenhuma prova apresentada da Prefeitura que na piscina havia focos do mosquito Aedes aegypti. Isso não passa de perseguição política”, declarou o morador.
Representação
Em fevereiro deste ano a Prefeitura encaminhou ao Ministério Público a representação contra o morador alegando que ele tinha um criadouro do Aedes aegypti dentro de casa. Depois de uma vistoria foi constatado que havia larvas de mosquitos no local, segundo a Prefeitura.
O Executivo informou também  que chegou a multá-lo de acordo com uma lei municipal em R$ 405. Maurício recorreu da multa e diz que também irá representar contra o município por divulgações caluniosas e perseguição.
De acordo com o procurador do município, Gabriel Araújo, a residência é de classe média alta, foi visitada por agentes que conferiram a piscina e ao constatarem as larvas foi dado um prazo de 24 horas para o morador regularizar a situação. "Passado o prazo, os servidores voltaram e se depararam com o mesmo quadro, ou seja, um criatório que coloca em risco a saúde do cidadão, de seus familiares e também de seus vizinhos”, destacou.
Perseguição política
Maurício disse que isso é perseguição política. Ele conta que na ocasião, por conta das últimas chuvas a piscina da casa dele estava com a água turva e, por isso, estava em processo de limpeza quando os agentes estiveram no local.
“Recebi os agentes com educação, permiti que entrassem na minha casa e olhassem a piscina. Constataram algumas larvas realmente, mas quando questionei se era foco de dengue, não souberam dizer. Queriam coletar o material para análises e eu me prontifiquei, desde que os exames fossem feitos comigo próximo. Disseram que não seria possível então não permiti a coleta, com medo de trocarem esse material na Prefeitura", disse.
O procurador contou que o morador impediu o trabalho dos servidores e fiscais da saúde. “Ele dispensou o material colhido pela fiscal, derrubando as amostras da água com larvas que ela tinha acabado de colher. Em seguida os agentes tentaram pegar novas amostras. Porém, o morador entrou na piscina com a roupa do corpo e começou a andar de um lado para outro, com o objetivo de misturar a água e dificultar a coleta das larvas”, completou.
Maurício nega que tenha impedido a coleta e diz que apenas não permitiu fazer os exames sem que ele acompanhasse. “Se eu não puder acompanhar não vão fazer. Diante dessa perseguição podem muito bem trocar os exames e dizer que minha casa está infestada de mosquitos da dengue. Não comprovam nada. Inclusive o material foi devolvido pela própria agente, na presença dos dois policiais, eu não dispensei nada. O material está em meu poder”, disse.

Fabrica de armas é fechada pela policia em Pompeu e fabricantes são presos


Militares cumpriram mandados de busca e apreensão.
Foram apreendidos armas e materiais usados na fabricação ilegal.

Do G1 Centro-Oeste de Minas
Armas apreendidas em operação da PM em Pompéu (Foto: PM/Divulgação)Armas apreendidas em operação da PM em
Pompéu (Foto: PM/Divulgação)
A Polícia Militar prendeu, nesta quinta-feira (7), em Pompéu, dois homens suspeitos de fabricar armas de fogo. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão na região.
Os policiais apreenderam  quatro armas de fogo, uma garrucha, uma bengala polveira, duas estruturas de cano e ferrolho, sem coronha; duas balestras, 19 tubos de aço, 14 armas brancas, entre outros materiais e maquinários usados para fabricação.
Foram presos em flagrante dois irmãos, de 47 e 52 anos, por posse e fabricação ilegal de armas de fogo de calibre permitido e restrito. Ainda segundo os militares, eram feitas adaptações em armas para que pudessem ser utilizados calibre de fuzil.
Máquinas utilizadas na fabricação de armas em Pompéu (Foto: PM/Divulgação)Máquinas utilizadas na fabricação de armas em Pompéu (Foto: PM/Divulgação)

sábado, 2 de abril de 2016

Em Martinho Campos, mulheres morrem em acidente com 4 veículos

Segundo PM que atendeu Uma Ocorrência, Oito PESSOAS se feriram na BR-352. 

Feridos were Socorridos e levados parágrafo Hospital Municipal.

Do G1 Centro-Oeste de Minas
Duas Mulheres da MESMA Família morreram e Oito PESSOAS ficaram feridas em hum Acidente envolvendo Quatro Veículos na Manhã Desta sexta-feira (1º), na BR-352, em Martinho Campos . O Acidente ocorreu Próximo à ponte Sobre o Rio São Francisco e com o Impacto o trecho Chegou a Ficar interditado, mas Já foi liberado. 
INFORMAÇÕES Segundo da Polícia Militar (PM), that prestou Apoio na Ocorrência, o Acidente foi POR volta das 9h e como Vítimas possivelmente São Mãe e filha. Os feridos were levados PARA O Hospital Municipal Doutor Odilon Andrade APOS e logotipo, um Deles foi encaminhado parágrafo Sete Lagoas, em estado sepultura. Otras Duas Vítimas aguardam Transferência Pará Belo Horizonte. O Hospital NÃO informou Sobre o estado de Saúde dos feridos.
 Um ESTÁ em Ocorrência AINDA andamento e, POR ISSO, OS militares NÃO souberam informar a Dinâmica do Acidente. Contudo, Corpos OS Já were identificados Como Sendo da Esposa e sogra de hum policial militar de Santa Luzia, a capital Região Metropolitana da.
A Polícia Militar Rodoviária (PMR) NÃO atendeu Às ligações. O Corpo de Bombeiros de Curvelo, Que Atende A Região, Não foi acionado. A PM fez Própria o Resgate das Vítimas, com Apoio das Ambulâncias do Município, conforme do informou hum dos soldados da PM, POR telefone.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Prefeitura quer despejar familias em Bom Despacho


Três grupos construíram casas de modo irregular em terreno do Município.
Áreas teriam sido vendidas por grileiros, mas ninguém foi preso.

Ricardo WelbertDo G1 Centro-Oeste de Minas
Fiscais e militares durante ação em área invadida em Bom Despacho (Foto: PMBD/Divulgação)Fiscais e militares durante ação em área invadida
em Bom Despacho (Foto: PMBD/Divulgação)
Três famílias que vivem de forma irregular em um terreno que pertence à Prefeitura de Bom Despacho foram notificadas nesta quarta-feira (30) para que saiam do local. Elas, que teriam comprado espaços no imóvel por meio de grileiros, têm 30 dias para deixar as casas.
O Município oferece em troca a doação do chamado "aluguel social", que é dinheiro para que famílias desabrigadas possam alugar moradia. Outra opção é um terreno em área legal, para que construam novas casas. A ação foi acompanhada por policiais militares, mas ninguém foi preso.
Segundo a Prefeitura, o imóvel começou a ser invadido há cerca de quatro meses. Trata-se de uma área de 17.846 metros quadrados no Bairro do Rosário II. Parte do local invadido é área de preservação ambiental permanente.
"Essa parte fica a menos de 30 metros da margem do Córrego dos Machados. Ao todo são nove construções, com três famílias morando. Também já tinham sido feitos sete cercamentos no terreno", informou a Prefeitura de Bom Despacho.
De acordo com o governo local, algumas das pessoas que construíram moradias no terreno foram vítimas de chamados grileiros, que são criminosos que agem de má fé ao vender bens que não pertencem a eles. A Polícia Civil já invetiga o caso. Policiais militares acompanharam os fiscais da Prefeitura durante a ação, mas nenhum suspeito foi preso.
Militares acompanharam ação em área invadida em Bom Despacho, mas ninguém foi preso (Foto: PM/Divulgação)Militares acompanharam ação em área invadida em Bom Despacho, mas ninguém foi preso (Foto: PM/Divulgação)
Destino das famílias
As pessoas que moram no imóvel de forma irregular foram registradas pela Secretaria de Assistência Social. Se elas não deixarem o local no prazo de 30 dais, a Prefeitura deverá encaminhar seus casos à Justiça, que é a instância que deverá decidir como remover os moradores e o que fazer com as casas que eles construíram.
Após a notificação, quatro pessoas já haviam procurado a Secretaria de Assistência Social até a tarde desta quinta-feira (31). Já foi definido que uma das famílias receberá aluguel social e depois uma casa. Os outros casos ainda são avaliados.

Manhattan connection fala de Pompeu e de Dona Joaquina.