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segunda-feira, 28 de março de 2016

A Polícia mata muito? Veja o comentário de um leitor.

A ONU e a maioria dos brasileiros que pesquisam letalidade policial adotam um viés generalista e projetam dados da realidade da Grande São Paulo, Grande Rio e Grande Salvador como se fosse realidade de todas as polícias brasileiras (uma mentira). Em MG a maioria das cidades não registra um só caso deste tipo há anos, todos os casos são investigados e passam pelo crivo do Ministério Público e o fenômeno está controlado, no entanto, sempre que o assunto vem à baila, estes paspalhos projetam em todas as polícias problemas pontuais de duas ou três regiões metropolitanas. Uma injustiça com a maioria dos policiais militares, policiais civis, bombeiros militares e agentes penitenciários que cumprem os seus papéis. Comissários da ONU e pesquisadores deveriam acessar os processos mas preferem "bater" nas polícias e acusá-las de abusos; não pesquisam e vão pela via rasteira de teses como criminalização de pobres e negros, fórmulas e relações numéricas para estabelecer "nº ideal" de policiais e civis mortos, defeitos no treinamento e formação e até a mentira do arquivamento sumário de inquérito pelas polícias (tudo é de competência do MP e da justiça). Asqueroso o estado de coisas nesta área; uma vergonha o que costuma ser aceito em algumas escolas superiores quando se trata do tema. 

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