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Morada Nova de Minas dá exemplo de Segurança Publica.

GM de Morada Nova no quartel da PM da Cidade A pequena Morada Nova de Minas cidade com 8500 habitantes no Centro Oeste de Minas pode ser...

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Polícia prende suspeita de envolvimento na morte de vereador em Araújos


Suspeita de 22 anos foi detida nesta terça-feira (28), em Nova Serrana.
Vereador Vicente Rodrigues Coelho foi morto a tiros em fevereiro. 

Do G1 Centro-Oeste de Minas com informações do MGTV
Vicente Cabeleireiro, vereador de Araújos (Foto: TSE/Divulgação)Vicente Cabeleireiro, vereador de Araújos,
foi morto erm fevereiro (Foto: TSE/Divulgação)
A Polícia Militar (PM) de Nova Serrana cumpriu, nesta terça-feira (28), um mandado de prisão contra uma jovem de 22 anos, suspeita de envolvimento na morte do vereador de Araújos, Vicente Rodrigues Coelho, de 57 anos. Ele  foi morto a tiros no dia 25 de fevereiro.
A jovem detida negou participação e disse em depoimento que não sabia que no dia do crime iria acontecer um assalto. Ela foi levada para o Presídio de Nova Serrana, informou o delegado Felipe Freitas.
Dois adolescentes, também suspeitos, já estão apreendidos em Centros Socioeducativos. Segundo o delegado, as investigações agora se concentram na tentativa de localizar o quarto suspeito.
"Vicente Cabeleireiro", como era conhecido, era reconhecido por sugerir projetos de combate ao crime na cidade. 
Reconstituição
Um suspeito do assassinato, um adolescente de 17 anos, participou de umareconstituição do crime em maio, quando deu detalhes da ação.
Dentro do salão onde ocorreu o assassinato, a reconstituição revelou que o atirador se passou por cliente para render a vítima. Foram detalhes importantes para a investigação, segundo o delegado Felipe Freitas. "Esse suspeito já vinha sendo objeto de investigação. Por ser menor, ele foi apreendido com outros três menores, cometendo um roubo. Nesse período, como já estava na delegacia, começamos a questioná-lo sobre o fato e ele terminou por confessar e descreveu detalhes de como esse crime".
Toda a reconstituição durou cerca de dez minutos. "Segundo os relatos dele e a dinâmica que nós encontramos dentro do imóvel, foi possível notar que correspondem ao que verificamos no dia do crime com os relatos que obtivemos durante a confissão", disse Freitas.
A Justiça tem que ser feita, porque o cara era de bem e uma pessoa bastante querida pela população de Araújos.
Dalmo José Nunes,
comerciante
 
Alguns moradores de Araújos acompanharam a reconstituição. "A Justiça tem que ser feita, porque o cara era de bem e uma pessoa bastante querida pela população de Araújos", disse o comerciante Dalmo José Nunes.
Mobilização
"Vicente Cabeleireiro" nasceu em Araújos. Era vereador eleito pelo PSBD e, além de exercer o cargo público, era conhecido também como barbeiro. "Na política ou sem ser na política ele era uma pessoa boa, de coração bom. Já havia sido assaltado uma vez e saiu bem. Agora acontece isso, um cara bom, morre trabalhando honestamente. Estamos todos abalados", desabafou a amiga Marília Silvam quando ocorreu a reconstituição.
"Ele era uma pessoa maravilhosa. Muito boa pessoa. Não merecia ser vítima de uma causa que ele lutava tanto. A cidade gostava muito dele, não fazia mal para ninguém. Sem dúvidas muito querido", disse a motorista Juliana Camargos.
Abalado com a situação, o irmão da vítima, Osvaldo Elias Rodrigues, pede justiça. "Queremos justiça. Se é que tem isso no Brasil ainda", finalizou.

Crianças desaparecidas são procuradas em Bom Despacho.

Amigos desaparecem no mesmo dia em Bom Despacho

De acordo com informações da Polícia Civil, eles foram vistos pela última vez enquanto caminhavam pela avenida Dr. Roberto de Melo Queiroz, no bairro Jardim América

PUBLICADO EM 29/06/16 - 17h31

Rebeca Descarpontriez

*COM SUPERVISÃO DE RENATO TORRES

Dois amigos de 7 e 12 anos estão desaparecidos desde o início da noite dessa segunda-feira (27) em Bom Despacho, no Centro-Oeste do Estado. De acordo com informações da Polícia Civil, Isaque Vitório e o adolescente Gabriel da Cruz foram vistos pela última vez enquanto caminhavam juntos pela avenida Dr. Roberto de Melo Queiroz, no bairro Jardim América, por volta das 18h30.

Quem tiver informações sobre o paradeiro deles pode ligar para o número 0800 282 8197.
 

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Audiência busca entendimento entre Polícia e Governo

 29 de junho de 2016

O Sindpol/MG participou, nessa quarta-feira (29/06), da Audiência de Conciliação, no Palácio da Justiça, conforme intimação do desembargador e relator do processo, Alberto Vilas Boas, que visa julgar a ilegalidade do movimento grevista deflagrado pelo Sindpol/MG.

O objetivo do Exmo. desembargador Alberto Vilas Boas, era buscar uma saída consensual entre as partes, antes de julgar o mérito do processo. Os dirigentes sindicais e seus procuradores, se posicionaram mostrando à Justiça do que se reivindica, e a conjuntura de crise no Órgão, perante a apatia do Governo em atender as reivindicações da categoria.

O presidente do Sindpol/MG Antônio Marcos Pereira (Toninho “Pipoco”) esclareceu que a greve foi o último recurso utilizado pela categoria, uma vez que o diálogo com o Governo já havia chegado à exaustão, sem qualquer solução frutífera, inclusive foram realizadas duas Assembleias Gerais Extraordinárias (AGE’s, uma em 28/08/2015 e a outra em 27/04/2016, nessas duas oportunidades a categoria deram voto de confiança ao Governo, declarando apenas estado de alerta, sem qualquer paralisação dos trabalhos, na expectativa que soluções fossem apresentadas e que algumas demandas fossem atendidas, em contrapartida ao invés de atender o que a categoria reivindicava, o Governo deixou de conceder direitos conferidos por lei, como abono vestimenta –anunciado na folha de pagamento do mês de maio – que foi a gota d’água para desencadear uma indignação generalizada, uma vez que os ânimos já se encontravam acirrados pela demora no atendimento às promessas de campanha, soma-se a isso a instabilidade Institucional, com as sucessivas trocas de chefias  e secretários, sem falar no parcelamento de salários. O sindicalista reforçou a posição do Sindpol/MG em continuar lutando pela adequação salarial dos cargos de base com perito e médicos legistas, a recomposição dos quadros de efetivo, com a convocação dos excedentes, e demais teses, conforme consta em ata. Posição essa que o próprio procurador do Estado reconheceu ser bastante plausível e enxuta para a categoria, com tal importância como a PCMG. Os demais “penduricalhos”, já previstos na LOPC 129/2013 (Lei Orgânica da Polícia Civil), já são lei, e como tal tem que ser cumprida, mas que espera a reflexão do Governo no atendimento a pauta que foi apresentada, e que possa ser resolvida nesse grupo de trabalho, conforme está se comprometendo agora de forma mais efetiva, diante do Poder Judiciário.

O desembargador relator, após ouvidas as partes, se posicionou no tocante a benefícios já uniformizados e sumulados no Poder Judiciário mineiro, como adicional noturno, horas extras e gratificações, e pontuou a necessidade do Governo ampliar o leque de participação de segmentos e entidades do grupo de trabalho que irá dirimir esses pedidos e reivindicações, convertendo-os em benefícios e direitos reivindicados pela categoria. O mesmo também suspendeu os trabalhos e a audiência, dando um prazo de 15 dias para o Governo do Estado se posicionar acerca desses acordos, e só então retorne para a sequência dessa audiência e conclusão, ou prosseguimentos dos feitos desse processo.

Os representantes do Governo agendou a primeira reunião do grupo de trabalho para o dia 08/07, onde terão um esboço a ser apresentado.

 Nessa audiência compareceram dezenas de policiais civis e lideranças, que se deslocaram de diversas localidades de Minas para acompanharem o andamento dos trabalhos dessa audiência. Participou também, representando o Poder Legislativo a título de acompanhamento dos trabalhos, o deputado e vice-líder do governo, Bosco (PTdoB).

O desembargador relator notificou e citou todos os presentes para o comparecimento, na próxima audiência, nos próximos 15 dias, e suspendeu os trabalhos, conforme ata anexa.

Virou festa: bandidos explodem Banco do Brasil de Morada Nova e metralham quartel

EM MORADA NOVA DE MINAS NA DATA DE HOJE POR VOLTA DE 04:50 HS INDIVÍDUOS EXPLODIRAM OS CAIXAS ELETRÔNICOS DO BANCO DO BRASIL,SENDO QUE ESTAVAM EM UM PALIO VERDE PLACA GWZ-4072 (QUEIXA ROUBO/FURTO) DE PARAOPEBA/MG. LOGO APÓS AS EXPLOSÕES OS AUTORES EFETUARAM DISPAROS DE UMA  ARMA CAL.12 CONTRA O QUARTEL PM SENDO REVIDADO A INJUSTA AGRESSÃO PELO SGT ANÍZIO. OS AUTORES TAMBÉM EFETUARAM DISPAROS DE ARMA DE FOGO PRA CIMA PRÓXIMO A CASA DO CB HAMILTON E SGT DONIZETE. HÁ INFORMAÇÕES TAMBÉM QUE TRES AUTORES MONITORAVAM O QUARTEL PM DURANTE AS EXPLOSÕES. LOGO APÓS ESSE FATO O VEÍCULO UTILIZADO FOI ABANDONADO PERTO DA CASA DE UM DOS MILITARES TENDO OS AUTORES TOMADO OUTRO CARRO DE ASSALTO( AINDA SEM INFORMAÇÃO) E EVADIRAM PROVAVELMENTE SENTIDO BALSA. NO CARRO FIAT PALIO HAVIA MARCAS DE SANGUE E TAMBÉM NO INTERIOR DO BANCO DO BRASIL O QUE ACREDITA SER DOS AUTORES. NÃO HOUVE MILITARES FERIDOS ATÉ O MOMENTO. CERCO ATIVO EM TODAS CIDADES VIZINHAS.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Eu odeio a polícia mas não sei porque.

Policiofobia ou Síndrome de Estocolmo coletiva, onde os indivíduos passaram a ter simpatia por seus algozes e odiar seus protetores, assim como ovelhas que odeiam cães pastores e sorriem simpáticas para os lobos que as devorarão.
Artigo no Alerta Total –www.alertatotal.net

Por Filipe Bezerra
A policiofobia é uma construção cultural que pode ser conceituada como a promoção sistemática do ódio, da aversão, do preconceito, do descrédito e da desmoralização dos profissionais de segurança pública do Brasil.
Ao contrário do que imagina o senso comum a policiofobia não é consequência da violência policial ante a população de periferia, e tampouco é uma resultante do período do regime militar. A população de periferia historicamente nunca teve voz e a maioria dos policiais de hoje sequer viveram ou tiveram alguma ligação direta com o período dos chamados “anos de chumbo”.
Ela é, na verdade, uma construção artificiosa e ideológica de setores da política, da mídia e da academia, e é propagada, em regra,  por indivíduos das classes média e alta que, no alto de suas torres de marfim,  nunca sofreram abusos ou violência de policiais.
Não se pode negar, entretanto, que em meio ao efetivo das polícias exista uma minoria de psicopatas, corruptos e demais espécies de bandidos de farda, mas ninguém deseja mais que estes sejam excluídos, processados e presos do que a grande maioria de policiais honestos e de bem que tem a sua reputação profissional maculada pelas transgressões e crimes dos maus policiais. 
Mas é importante dizer que em nenhum outro grupo profissional o todo é julgado pela parte através de uma maliciosa e sistemática campanha de desmoralização.

Resultado de imagem para tatuagem de palhaço matador de policia
Não faz muito tempo em que a mídia brasileira abordava o trabalho policial se não de uma forma positiva, mas, pelo menos, de uma forma neutra que possibilitava ao homem comum fazer um juízo de valor solidário aos homens e mulheres que arriscam a vida nas ruas na nobre missão servir e proteger a sociedade. 
De uma hora pra outra fatos isolados começaram a ganhar destaque e serem superdimensionados. A grande maioria das ações policiais -  legítimas por natureza - passaram a ser solenemente ignoradas, de uma forma que hoje quase toda a cobertura  do trabalho policial na grande mídia é em forma de pauta negativa. 
As séries e filmes policiais que exaltavam a humanidade, o heroísmo e a bravura desses profissionais sumiram e hoje é praticamente impossível encontrar uma produção cultural onde o personagem policial tenha razão.
Como os militares voltaram para os quartéis após a redemocratização  a polícia passou a ser o bode expiatório preferido de pseudointelectuais da academia e da política que, para promoverem a “luta de classes” através de um revanchismo tardio e descabido, fomentam abertamente à tolerância( e o estímulo moral) ao banditismo e, por conseguinte, a criminalização da atividade policial legítima.

O produto cultural destas ações é a grande inversão de valores que produz hoje no país a enorme sensação de impunidade que fez explodir a criminalidade. 
Essa mentalidade que odeia a polícia “opressora” invadiu também o judiciário já nos bancos universitários, e os policiais foram empurrados assim para uma legalidade que, de tão estreita, virou uma espécie de corda bamba onde se o policial age é acusado de abuso e caso se omita é acusado de prevaricação. 
Operou-se a assim um verdadeiro desmonte do arcabouço jurídico de proteção à atividade policial. Hoje no Congresso Nacional, por exemplo, partidos políticos que sobrevivem da promoção do caos patrocinam projetos que querem acabar com auto de resistência e com o crime de desacato o que, se concretizado, sepultaria de vez a polícia e entregaria o Brasil de bandeja ao crime.
Em países de cultura sadia o heroísmo e a bravura da polícia é estimulada. Policiais que trocam tiros com bandidos perigosos são aclamados e valorizados, e não são raras as vezes que são promovidos por bravura pelas autoridades constituídas. 
No Brasil a mesmas ações resultam sempre numa presunção de culpabilidade de forma que é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um policial ter, por exemplo, uma legítima defesa putativa reconhecida pelo judiciário. Ao policial brasileiro é presumido quase sempre o erro, a má fé, o excesso, o abuso e, muitas vezes, o crime.
Abandonados pelo estado e escutando apenas a parte esquizofrênica da sociedade que os condena, os policiais ficaram entregues à própria sorte e, por isso, são jogados à omissão.

O fomento da desmoralização da polícia ante a população menos letrada produziu também um paradoxo: se a polícia é violenta, ela deveria provocar medo e respeito na população e na criminalidade. 
Não é o que acontece. Se multiplicam as ocorrências em que pessoas desrespeitam a figura dos policiais e avançam sobre eles, o que tem causado mortes e lesões dos dois lados. Num passado recente era inconcebível uma pessoa sã atacar um policial armado.

Ante esse quadro, a desumanização da figura do policial veio à reboque. É possível observar uma certa psicopatia no ar ao ver que a sociedade não demonstra nenhuma empatia com os operadores de segurança pública que tombam assassinados por marginais. 
É como se o discurso hegemônico de proteção ao banditismo e criminalização da polícia produzisse uma Síndrome de Estocolmo coletiva, onde os indivíduos passaram a ter simpatia por seus algozes e odiar seus protetores, assim como ovelhas que odeiam cães pastores e sorriem simpáticas para os lobos que as devorarão.
Não se combate a criminalidade vestindo camisas brancas e pedindo paz. 
Nenhum bandido  abandonará o crime e se tornará um trabalhador por causa disso. É preciso que a sociedade entenda em sua plenitude o velho adágio romano: si vis pacem, para bellum, que, nos dias de hoje, significaria: se queres paz, apoie a polícia. 
É preciso sustar o cheque em branco da impunidade e da hipocrisia e valorizar os soldados cidadãos que, ao fazer o enfrentamento direto ao crime, tentam devolver as ruas do país às pessoas de bem.
Filipe Bezerra é Policial Rodoviário Federal, bacharel em Direito pela UFRN, pós-graduado em Ciências Penais pela Anhaguera-Uniderp, bacharelando em Administração Pública pela UFRN e membro da Ordem dos Policiais do Brasil. Originalmente publicado no site novojornal.jor.br

Deputado Cabo Julio Veta aumento só para os delegados.


MENSAGEM DE ALERTA DO CABO JULIO - JAMAIS VAMOS ACEITAR AUMENTO SALARIAL DIFERENCIADO SOB QUALQUER PRETEXTO

Prezado Secretario e amigo Odair Cunha,

Os delegados estão noticiando em grupos de watshap que o governo através de V. Exa ofereceu conceder EXCLUSIVAMENTE aos Delegados um abono de 40% sob o titulo "risco de contágio".

Alerto que conceder qualquer beneficio desta natureza excluindo a Polícia Militar vai criar um colapso na segurança pública.


Em 1997 a greve da PM se iniciou com um aumento exclusivo concedido aos delegados e depois pago somente aos oficiais.

Diferentemente hoje se isso acontecer a PM paralisa tudo, do coronel da ativa mais antigo ao soldado mais novo.
Ademais contemplar os delegados e deixar os investigadores, peritos, escrivães de fora?

Alerto que será uma greve sem precedentes em Minas Gerais.

Respeitosamente,
Deputado Cabo Julio
Vice-Líder do Governo
"Militar com muito orgulho"

Ao vetar o aumento o Deputado Cabo Julio corre o risco de levar uma nova surra da atuala mulher que é Delegado de Polícia

Desabafo da Noiva de um PM de Martinho Campos.


Diante de tantas coisas que ouvi, e vi falarem a respeito da explosão da Caixa Econômica e do Banco Bradesco, venho aqui esclarecer algumas coisas, pois fiquei indignada com alguns comentários. A primeira coisa que ouvi foi gente falando que a polícia não faz nada, que quando acontece esse tipo de coisa os policiais se escondem e só aparecem depois do ocorrido, que os policiais deixam os bandidos fugirem e que eles não querem saber de nada. Ouvi também comentários de que a polícia só fica andando de carro, que um serviço desse é "mamata", que a polícia é muito sonsa, porque não chegou no local a tempo de pegar os bandidos.

 Ok, quem disse esse tipo de coisa, tudo bem, é a opinião de vocês... O que vocês não sabem é que a realidade não é essa! No dia da explosão eu acordei com mensagens nos grupos do WhatsApp, e a primeira coisa que fiz foi mandar mensagem pro meu noivo pra saber como ele tava, ele me respondeu minutos depois dizendo: "estou indo pra porta da CEF dar reforço", isso foi ás 3:20 da manhã. Eu passei a noite em claro pedindo a Deus pra que iluminasse ele e os outros PMs, e que nenhum deles morressem nas mãos dos bandidos.
 Isso não foi a primeira vez que fiquei em claro pedindo a Deus pra proteger a vida dele e sei que não vai ser a última. Nós que somos da família somos obrigados a aguentar a preocupação com quem a gente ama, enquanto que o Pm seu parente tá indo pra rua atrás de bandido pra defender uma sociedade que tá pouco se lixando pra ele! Olha, vou falar pra vcs, meu sonho é que num caso igual esse o meu noivo ficasse quieto, escondido... ahhh quem me dera, eu não ia ter preocupação nenhuma. Só que quando acontece algo assim, eles não escondem não, eles vão atrás, e a única coisa que os parentes podem fazer, é orar, pra que nada de ruim aconteça! 

Se vocês reclamam que a polícia não faz nada, deveriam reclamar era pros políticos, pro Estado, que não dá nem condição pra polícia trabalhar, como que a polícia corre atrás de um Corolla, uma Amarok, uma Hillux, em um Gol, uma Paraty, um Palio, velhos, que nem condições de correr não tem? Como que eles pegam bandido se nem armamento direito eles não têm? Um dos armamentos mais usados é a chamada "ponto 40", e os bandidos vcs sabem o que eles usam? Usam é fuzis, submetralhadora, espingarda calibre 12... E aí, quem tem mais chance de matar ou morrer? Quando um bandido mata alguém o mais provável é que ele nem preso fique, porque a lei tem brechas que serão utilizadas pra deixar ele solto. 

E quando um Pm mata um bandido, aí o bandido é um coitado e o Pm é um covarde, corrupto e não sei mais o que. Um Pm matar um bandido o mais provável é que ele será excluído da Polícia! Com uma mão na frente e outra atrás, pq Pm não tem FGTS, nem seguro desemprego igual a gente. Vocês sabiam que se um Pm bate a viatura é ele que tem que pagar? Vcs sabiam que a farda da polícia é comprada? Isso mesmo, eles têm que comprar a farda que não é nada barata! 

E aos que falam que os policiais recebem bem, a que preço você aceitaria trabalhar em um serviço que põe em risco a sua vida? A sua vida tem preço? Não né, por isso policial nenhum recebe bem! Se ele morrer ele é só mais um número que será substituído no sistema... Antes de criticar os outros a gente tem que saber o que de fato eles passam. Quem julga, não deve saber com certeza que não é nada fácil ficar dentro de uma viatura carregando uma farda de mais de 10 kilos, passando calor, ou frio. Quem julga não sabe o que é despedir desejando bom trabalho e torcendo pra que não aconteça crime nenhum que possa colocar em risco a vida de quem vc ama, e o pior, é que geralmente a gente sempre despede esperando o pior... 

A profissão de policial militar é uma que tem um dos mais altos índices de suicido, depressão, pq eles mexem só com coisa ruim, na maioria das vezes que estão de serviço nem comem direito, porque não dá tempo e eles não têm hora de almoço, inclusive, comem é se der! E engraçado que quem critica, quando precisa liga rapidinho no 190, né? Critica só até precisar... A vocês que julgam e criticam os policiais militares, espero que nunca tenham filhos, maridos, esposas, ou alguém que ama de verdade nessa profissão! Porque passar por essas coisas não é nada fácil, e também não é fácil você saber que a pessoa tá ali pra proteger uma sociedade injusta, tá ali colocando a vida em risco pra proteger quem quer que ele se exploda! Quem é policial ou parente de algum policial sabe muito bem o que estou falando. Eles abrem mão de finais de semana, de noites bem dormidas, de feriados, pra proteger a sua vida! A vida de quem fala bem deles ou fala mal. 

Eles não estão nessa profissão pra esconder de bandido nenhum, estão nela pra colocar a cara a tapa, pra matar ou morrer. E além disso, toda profissão tem gente ruim, não estou falando que todos os policiais são ótimos, tem Pm ruim, assim como tem médico ruim, bancário ruim, balconista ruim, isso é normal. E quem fala que a polícia não faz nada, tinha que agradecer que aqui em Martinho Campos não tem crimes igual muitas cidades vizinhas tem! 

Só que quando a polícia estiver dando blits ou multando alguém, não reclama... Porque eles estarão trabalhando! O trabalho deles é esse, é reprimir o crime e as contravenções, por isso mesmo que andam de viatura o dia e noite inteiro, pra não deixar crime nenhum acontecer, por isso fazem ponto base e outras coisas. Eu tiro o chapéu pra vocês, policiais militares, que apesar de tanta coisa que ouvem ainda continuam a nos proteger.
Laíza Tássia dos Santos, noiva e futura esposa do Cb Lucas do 4º Pelotão-PM de Martinho Campos/Mg.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

SINDEP o Sindicato do Escrivães de Polícia de MG divulga pauta de reivindicações.


A) Recomposição das perdas salariais através do reajuste do índice mínimo de 11% sobre o vencimento básico da categoria, referente à média da inflação acumulada no período de maio de 2015 a junho de 2016;
B) Pagamento integral e imediato do auxílio vestimenta, na forma do art. 50 da LC 129/2013;
C) Pagamento integral dos salários da categoria no 5º dia útil, conforme previsto em lei;
D) Convocação imediata do SINDEP por parte da Chefia da Polícia Civil e da SEPLAG para compor o grupo de trabalho destinado aos estudos de reestruturação dos cargos e carreiras da PCMG, a fim de que o SINDEP possa indicar os representantes da entidade a compor este grupo de estudos, tal qual demais entidades convocadas, no afã de pleitear o reconhecimento da complexidade e autonomia do cargo com a finalidade de viabilizar a valorização remuneratória, compatível com vencimentos de nível superior;
E) Publicação imediata das promoções e progressões atrasadas, com o conseqüente pagamento;
F) Pagamento imediato do prêmio produtividade em atraso, bem como ADEs;
G) Tratamento digno e isonômico à Polícia Civil de Minas Gerais, em relação aos demais órgãos que compõem o Sistema de Defesa Social;

Violência a nossa porta: casal leva tiros em Nova Serrana e homem morre.

Um jovem de 21 anos foi morto na noite deste domingo (26), em Nova Serrana.
Segundo a polícia militar a vítima dirigia seu veículo pelo centro da cidade, quando foi atingido por vários disparos de arma de fogo, em seguida ele bateu o carro em uma árvore. Uma mulher que estava no carro com a vítima foi socorrida pelo corpo de bombeiros para a Unidade de Pronto Atendimento, aparentemente ela não teria sido atingida por nenhum dos disparos.
Após os disparos testemunhas disseram que viram duas motocicletas saindo em alta velocidade do local.
A vítima era conhecida no meio policial e possuía passagens pela polícia.
Horas depois também em Nova Serrana, uma mulher que seria garota de programa foi baleada. Segundo a polícia militar, ela foi atender a um cliente no bairro industrial, quando testemunhas ouviram disparos de arma de fogo, em seguida a mulher já baleada procurou ajuda em um comércio próximo do local do crime.
Ela foi socorrida pelo corpo de bombeiros e levada para a Unidade de Pronto Atendimento, onde na unidade foram constatadas duas perfurações provenientes de disparos de arma de fogo.
Devido à gravidade dos ferimentos ela foi transferida em estado grave para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte.

PM sai para trabalhar e é executado por bandidos. Cadê os direitos humanos?

Soldado José Josenilson Alves dos Santos, lotado na UPP de Manguinhos, foi morto a caminho da UPP Manguinhos

BIANCA LOBIANCOLUARLINDO ERNESTO E MARLOS BITTENCOURT
Rio - O policial militar José Josenildo Alves dos Santos, lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Manguinhos, saiu cedo para trabalhar nesta segunda-feira, mas nunca chegou ao trabalho. Preocupada com a demora do marido, sua mulher ligou para a unidade e descobriu que o soldado não havia chegado ao posto.
Em seguida, ela descobriu que o corpo do marido foi encontrado no Instituto Médico Legal (IML) da Avenida Francisco Bicalho, no Centro.
Policial militar é executado na Avenida Brasil e carro tem dizeres de 'Morre PM'
Foto: Reprodução Internet
Segundo as primeiras informações, o PM foi assassinado na Avenida Brasil, na altura da Washington Luiz. Equipe da Polícia Militar foi até o local. Agentes da Divisão de Homicídios constatam que a vítima foi morta com um tiro na cabeça, dois nas costas, um no braço e um no abdômen. O carro do policial estava pichado com dizeres de "Morre PM" e "CV (Comando Vermelho). Ainda não há informações do sepultamento da vítima.
Na madrugada deste domingo, o tenente Denilson Theodoro de Souza, de 49 anos, foi morto ao reagir a uma tentativa de assalto na Pavuna, na Zona Norte. Ele trabalhava na segurança do prefeito Eduardo Paes. Seu enterro será realizado nesta segunda-feira no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap. 
Policial militar sai para trabalhar e é executado na Avenida Brasil
Foto: Reprodução Internet
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"Bem vindo ao inferno" dizem Policiais aos viajantes que chegam ao Rio.

Mais cedo, categoria anunciou paralisação nesta segunda-feira.

'Bem-vindo ao inferno', dizia faixa estendida no desembarque do Galeão.

Cristina BoeckelDo G1 Rio
Manifestantes saíram em passeata até a Alerj (Foto: Cristina Boeckel/G1)Manifestantes saíram em passeata até a Alerj (Foto: Cristina Boeckel/G1)
Após o anúncio de que fariam uma paralisação, agentes da polícia civil realizaram um protesto contra a precariedade das condições de trabalho em frente à sede da chefia da corporação, na tarde desta segunda-feira (27), na Lapa, região central do Rio.
Uma das principais reclamações dos policiais é o parcelamento dos salários (leia carta aberta à população no fim da reportagem). Os agentes se vestiram de preto simbolizando luto pela categoria e prometeram sair em passeata até a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Policiais levaram faixa para o galeão com os dizeres, em inglês: 'Bem-vindo ao inferno' (Foto: Reprodução/Globo)Mais cedo, policiais levaram faixa para o Galeão
com os dizeres, em inglês: 'Bem-vindo ao inferno:
policiais e bombeiros não recebem, quem vier ao
Rio de Janeiro não estará seguro'
(Foto: Reprodução/Globo)
De acordo com Fabio Neira, presidente da Coligação dos policiais civis do Rio de Janeiro, que organizou o protesto, a categoria é muito cobrada pela sociedade, trabalha sob risco e não tem condições para exercer suas funções plenamente.
"Este é um protesto pacífico, mas que mostra a situação da categoria no estado. Queremos esclarecer para a população a situação na qual nos encontramos", declarou Neira.
Ele afirma, ainda, que desde o começo do ano os agentes sofrem com a redução da estrutura nas delegacias e, agora, sofrem mais ainda com o parcelamento de seus salários.
Pela manhã, em um protesto no Galeão, uma faixa foi estendida no desembarque com os dizeres (em inglês): "Bem-vindo ao inferno: policiais e bombeiros não recebem, quem vier ao Rio de Janeiro não estará seguro".
"As deficiências são materiais, com redução nas cotas de combustíveis R sem dinheiro até para alimentar os presos, que muitas vezes acabam saindo do bolso dos agentes. Os contratos terceirizados com o trabalho de limpeza e de assistência social, que faziam um ótimo trabalho, também venceram", explicou o presidente da entidade.
Parcelamento atinge aposentados
Gedeon de Souza e Silva, de 76 anos de idade, veio de Inhaúma para participar do protesto. Mesmo aposentado desde 1987, ele fez questão de estar junto aos colegas.
"Eu acho importante porque o estado deve muito aos policiais. São salários atrasados e temos que reivindicar para ver se as condições melhoram. Porque é um trabalho que envolve riscos", explicou.
Segundo ele, parcelamento dos benefícios também o afetou.
"Recebi uma parte dia 15 e não sei quando vou receber o resto", contou o aposentado.
Aposentados fizeram questão de comparecer ao protesto (Foto: Cristina Boeckel/G1)Aposentados fizeram questão de comparecer ao protesto (Foto: Cristina Boeckel/G1)
E não são só os aposentados. Policiais mais jovens também afirmam sofrer com a precariedade em delegacias. Duas inspetoras aprovadas em concurso público há menos de três anos e que preferem não se identificar fazem questão de mostrar o distintivo no peito, embora não escondam o desânimo com a situação da categoria.
"Falta papel higiênico e material de trabalho básico como caneta e papel para a impressão de boletins de ocorrência. As celas estão em estado de insalubridade. A gente faz vaquinha e traz muita coisa de casa", conta uma delas.
A outra completa a fala da colega e explica que os problemas chegam a ameaçar a segurança dos policiais.
"Fora o sucateamento das armas, a maioria está dando pane", acrescentou.
Categoria decide parar
Policiais Civis e delegados do Rio de Janeiro começaram uma paralisação na manhã desta segunda. De acordo com o representante do Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindelpol-RJ), agentes não trabalharão acontecerá das 8h às 16h
O principal motivo expor as péssimas condições de trabalho enfrentada pelos policiais. Durante esse período, estarão suspensos os serviços de investigação.
Os policiais também reivindicam os salários que não foram pagos integralmente; o corte do orçamento; a falta de água, papel, impressora e faxina nas delegacias e no Instituto Médico Legal (IML).
Um comunicado emitido pelo Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindelpol-RJ) foi feito para ser distribuído nas delegacias do estado e explicar à população os motivos da paralisação. Segundo o Sindelpol, quase todas as delegacias do estado apoiam o movimento.
A crise financeira ainda afeta a operação das aeronaves da instituição. De acordo com a assessoria da Polícia Civil, atualmente, as três aeronaves (uma executiva e duas operacionais) não estão sendo utilizadas por falta de recursos financeiros. Ainda de acordo com a instituição, todos os esforços estão sendo feitos junto à Secretaria de Estado de Segurança (SESEG) e ao Governo do Estado para resolver a situação.
Delegados e agentes fizeram paralisação no RJ nesta segunda-feira (Foto: Divulgação)Delegados e agentes fizeram paralisação no RJ nesta segunda-feira (Foto: Divulgação)

Civil diz que mobilização "é justa"
Em nota, a Chefia de Polícia Civil afirmou entender que a mobilização dos agentes é justa "em razão das dificuldades enfrentadas por esses importantes operadores de segurança pública".
Entretanto, quanto a deliberação em assembleia pela suspensão ainda que temporária do atendimento ao cidadão, "a chefia entende que é prejudicial à sociedade e está envidando esforços junto aos policiais civis no sentido de que o cidadão não seja duplamente vitimado. No tocante às demais deliberações, está aberta a entendimento com os delegados e demais classes para que a situação seja resolvida".
A corporação acrescentou que disponibiliza à sociedade o serviço de registro online e da Central de Atendimento ao Cidadão (CAC), pelos telefones (21) 2334-8823, (21) 2334-8835 e pelo chat.
Policiais civis do R Jenviaram carta aberta à população (Foto: Divulgação)Policiais civis do R Jenviaram carta aberta à população (Foto: Divulgação)